ESCRAVO DO PLATONISMO – INTRODUÇÃO

Esta história é baseada em fatos reais, o que não significa que tudo nela seja uma verdade, então, comecemos.

Mais que uma filosofia de vida, uma prisão. Mais que uma escolha, um destino. Mais que um estilo, uma personalidade. Sim, há toda uma mistura de idéias que me confundem, não somente por serem ambígua mas tambem por ao mesmo tempo que posso imaginar algo, imagino como uma imagem pode mudá-lo. Eu não sou apenas vivo porque respiro, mas eu acredito que minhas ações também influenciam nisso, mas nunca sei quando eu posso dizer que algo como artimanha pode ter sido iniciado comigo ou com um simples passo do destino.

Até quando escolho minhas escolhas, até onde influencio meus passos. Não que eu tenha a reclamar, afinal, acredito que sim, no final tudo valerá a pena sabe, porque sou diferente, sou único, isso me refinou, me lapidou, me tornou mais que um simples rapaz que sabe amar, mas um rapaz que sabe o valor de um romantismo ou de um simples ato que é presentear com flores. Mas se nossos atos nos mudam, ao mesmo tempo nos punem. Lembro-me bem no filme Número 23 quando o personagem diz que em seu túmulo gostaria de que escrevessem “E SE…” e é por aí mesmo. Mas uma coisa digo, não é simples se modelar platonicamente, porque além de demandar paciência, tem que haver muita, mas muita imaginação para lidar com os tais “E SE…” porque eles manterão viva a chama platonista. Porém, deixarei claro que tudo o que contarei será em torno de todas as paixões platônicas que conseguir analisar em fósseis deixados em meu coração, assim como cicatrizes que nunca me deixarão esquecê-las, porque por mais que não as tenha vivido ou que muitas delas nem sabiam de minha existência, meu coração as venerava e ao ver o quanto era impóssível ele se aliviava, porque a experiência me mostrou que as piores paixões platônicas são aquelas que dão um ar de possíveis. Complicado isso porque nelas os famosos “E SE…” se tornam acessíveis e claros pra voce, e o pior de tudo, realmente só dependerão de voce, porém os platonistas tem em mente duas alternativas: acabar com o platonismo tornando algo real expressando-se, ou adiar isso. Eu mantia-me na segunda opção, e acabou que não soube quando parar, até que fugiu do controle. Começarei então a contar tudo desde o início mais remoto: A PAIXÃO INFANTIL.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s