Sonhos impressos.

     

          Hum, começo este post um tanto que apaixonada. Não dá para não ficar assim depois de ler o que o Everton escreve. Alguém, por favor, ensine aos homens do mundo a dizer e pensar coisas assim!! Please.

            Fiquei devendo falar das três figuras que tenho na capa de um dos meus diários. São simples, sem significado para as pessoas, menos para mim. É uma bicicleta, não qualquer uma, um monarcão verde repleto de flores brancas. Um bangalô suspenso em algum mar azul e por fim um Fiat 147. Todos são partes de uma poesia particular de vida.

            O Bangalô, um “bangalô suspenso no mar aonde paira o amor”. Às vezes me pego acreditando nesse trem de amor, e ele tinha quer ser assim, calmo e azul. Explico, não quero um Avatá, só um amor azulamente tranqüilo e calmo, algo que inspire confiança não medo. Que seja bonito, lúdico e real. 

            A bicicleta é tão simples como tudo deveria ser na vida. Não fácil, simples. Não deveríamos medir as palavras e ter cuidado de demonstrar coisas e sentimentos para as pessoas, que deveríamos confiar (ao menos teoricamente),  por medo dela usar isso contra nós. Deveríamos ser mais sinceros com nós mesmo, deveríamos parar de fingir que suportamos tudo aquilo que na verdade não suportamos, fingir que não amamos quando amamos, que queremos quando não queremos e temos medo de desagradar. Deveríamos parar de tentar ler entre linhas, de falar por elas o que precisa ser dito e não omitido. Deveríamos ser mais simples, em tudo. Às vezes a vida é real demais, e as pessoas complicam e deixam tudo ainda mais dolorido. As coisas simples deveriam ter mais valor. Perdemos as pessoas que amamos tão rápido, e dedicamos a elas um tempo complicado e curto.  

            O Fiat 147 é o que chamo de Filosofia de vida. Isso começou com minha professora de terceiro ano, com a seguinte história: ela mentiu para os pais que ira viajar com o pessoal da faculdade, quando na verdade foi sozinha com o namorado para Fortaleza. Em um Fiat 147, claro. O carro estragou, o pneu furou milhares de vezes e mesmo assim foi, de acordo com ela, uma viagem maravilhosa. Essa história teria passado batido se e ela não tivesse terminado de contar com a frase: “Meninas, não casem antes de andar em um Fiat 147.” Isso não foi literal, possuía um significado muito maior que fui compreendendo ao estudar com ela.

            “Não casem antes de andar num Fiat 147” seria algo como não case antes de ter histórias, de aproveitar sua vida, as pessoas que te fazem bem e uma infinidade de coisas que não explicarei a vocês. No mais, gosto da Filosofia Fiat 147, até mesmo porque acho que devo ser a única que possui uma com um nome assim, que parece carro, mas é muito mais. No fim, são essas as três figuras _que não vou colocar aqui  para deixar por conta da imaginação dos meus caros leitores. E é isso ai!

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