Canções do Fim do Mundo – Parte 1

violc3a3oTrotes de faculdades. Alguns são tão infantis que nem me lembro de como topei participar de um deles. Alguns são violentos, claro, mas o meu nem era de todo ruim. Eu mais dois amigos em um carro arremessando balões de água nas pessoas da rua. Foi engraçado ver uma senhora com um corpo enorme ser uma das vítimas e xingar até nossa quinta geração. Um garoto sorriu e falou que aquilo foi desagradável, mas engraçado. Um namorado nos jurou de morte por ter acertado sua amada e assim acabado com sua chapinha. Porém uma destas traquinagens foi a mais marcante. Uma senhora que provavelmente era moradora de rua porque arrastava um carrinho de compras cheio de tralhas. Eu nem faria, tanto que guardei meu balão premiado, mas o Diego olhou para o Fábio que piscou como um ato de autorização e não se segurou e acertou-a no meio das costas. Rimos muito como em todas as ocasiões, porém, aquela foi um destaque dentre todas.
Tal destaque se deu porque em um dia onde estava fazendo compras com meus pais para abastecer minha casa nova, encontro a mesma senhora na saída. Não sei como, mas ele me reconheceu como um dos integrantes do carro dos balões, ou pelo menos eu acho que reconheceu. No momento fingi que não a conhecia claro, porque nem me lembrava de quem era só recordei quando ela foi embora arrastando o mesmo carrinho da noite do trote. Ela apontava o dedo pra mim gritando Você, Você, Você… E só fingi não ouvir. Mas algo que ela disse então me deixou meio encucado com tudo, algo que parecia sei lá, uma macumba, uma maldição… Não sei como chamar isso… Lembro-me até hoje da frase: Três mortes serão anunciadas, mas suas trilhas apenas saberão aqueles que por elas forem alcançadas: “Um partirá quando notar que são mais que palavras, o outro quando os anos passarem-se na cidade e você quando perder sua religião”.
Meus pais me perguntaram então se ela estava falando comigo e eu disse que não, que nunca tinha visto tal mulher. Achei a frase tão enigmática que resolvi anotar nos memorandos do celular logo que entrei no carro. Fiquei com essa frase o dia inteiro na cabeça, mas depois nem dei mais moral. Esqueci como tantos outros fatos que passam pela vida.
Só fui relembrar de toda esta história quando um dos meus amigos, o Fábio, morreu de overdose na casa de sua namorada. Tentei ajuda-lo de todas as formas, porém quando notamos foi tarde demais. Tentamos fazê-lo ficar consciente de todas as formas, contando histórias, pedindo pra ele contar piadas ou até mesmo zoando seu time de futebol, até que sua namorada tentou trazê-lo de volta colocando a música do casal. Ela começou a cantar pedindo pra ele continuar cantando junto com ela, mas quando parecia que ele ia ajuda-la, tudo se esvaneceu e senti então que havia perdido ali meu amigo. Fiquei pensando por dias na morte dele devido a nossa proximidade e claro que uma de nossas melhores lembranças foi o dia de nosso trote. Logo me veio uma luz na cabeça, queria deixar passar, mas a velha grudou em meus pensamentos e por curiosidade reabri aquele memorando no celular que, não sei o porquê, eu havia salvo nos rascunhos do meu e-mail e então veio o choque: Três mortes serão anunciadas: Um partirá quando notar que isto são mais que palavras. Pensei logo que ela deveria estar se referindo quando alguém desse alguma moral pra essa história toda, mas não satisfeito liguei para namorada do Diego perguntando qual era a música do casal porque no meio de toda aquela euforia não me lembrava, ela então pôs pra tocar ao fundo a música e ao ouvir, fiquei pálido a ponto de não sentir uma gota de sangue circulando em meu corpo, porque a música era simplesmente More Than Words, que traduzindo ao pé da letra daria Mais do que palavras…

A Solidão Que Nada…

Ele entãobrun imaginou que fosse fácil passar a vida assim, o tempo todo com seus pais. Porém o que o mesmo não imaginava é que com a perda de sua mãe, seu pai entraria em parafuso e tudo começaria a ruir. O que mais o deixou abalado foi a forma que seu pai se enfiou na depressão, porém já era esperado pelo vínculo construído. Uma relação tão tenaz e bem construída que criou um laço de dependência tão grande que era quase impossível imaginá-lo desfeito. Sendo assim começou-se a tão agitada vida de um pai viúvo de 32 anos e seu filho de 18 recém formado no Ensino Médio.

No começo veio claro um desespero. Coisas da casa por fazer, roupas que não se lavavam sozinhas, comidas que não se faziam sozinhas e nem iam caminhando pra mesa. Foram três árduos meses trabalhados no miojo de todos os sabores possíveis e por incrível que pareça, todas as marcas foram experimentadas. Alguns acidentes claro, por exemplo quando a cozinha quase pegou fogo quando os dois assistiam MMA e uma linguiça fritava até virar carvão na cozinha. Quase se proibiram de fazer frituras, mas aconteceu.

O pior de tudo era a roupa. Se acumulou bem por umas duas semanas e foram virando mais duas e em uma medida desesperada, ambos preferiram comprar mais roupas até que não deu mais. Das duas uma, ou contratamos uma lavadeira ou aprendemos a mexer na máquina. Até pros tutoriais de YouTube sobrou mas eles não entenderam como que todas as roupas conseguiam ficar limpas com tão pouco varais disponíveis. Como ela conseguia? Vamos lavar o primordial e assim foi feito,mas o monte de roupas começou a ficar insuportável e o dinheiro que ia pra pizza mais cinema no shopping no final de semana foi destinado a uma lavanderia de uma senhorazinha que ficava a caminho do serviço, ao menos pras roupas não essenciais que os mesmos decidiram após uma longa discussão.

Desafios de quem era mimado e servido o tempo todo e do nada perdem tudo que os sustenta na vida, mas isso não era nada perto da solidão que mesmo ambos juntos, os mesmos sentiam. Se passou mais de um ano mas aquele vazio sempre ficaria ali. Poderia até mesmo ser mascarado, mas quem sabe o que viria pro futuro. Pensava assim o pai até o fatídico dia em que seu filho apresentou sua nova namorada. A partir daquele dia, a sensação de solidão do pai aumentou de uma forma gigantesca, não porque a sentia e sim porque temia que a única coisa que o segurava ali naquele mundo poderia estar iniciando um rumo de o abandonar também. Mal sabia ele que na verdade, isso poderia ser a resolução de seu problema…

Sobre futuro, sorriso e você

Parei eu um dia para pensar na vida me veio uma ideia: Como nos imaginava no futuro? Ela é uma pessoa fabulosa. Nos conhecemos por acaso, o caso clássico de amizades em comum que no final leva a uma trombada ou um encontro de retas da vida que se encontram. Ela sempre foi sorridente e desde o começo sempre tínhamos o que conversar, nossos gostos batiam bastante e até mesmo sua vida passada dizia que estávamos predestinados a nos conhecer. Eu sempre passivo de boas amizades a aceitei em minha vida claro, mas não porque estava com carência de amizades ou desesperado pra despejar confissões para alguém, e sim porque sempre tive o dom de gostar de ouvir as pessoas, e ela tinha uma papo fantástico. Gostava de ouvi-la conversar, suas longas histórias, suas distopias, suas ambiguidades e até mesmo suas falhas. Algo nela me atraia pra estar perto dela, era como um troféu poder apresentá-la pros meus amigos do tanto que falava sobre ela. E meus amigos se tornavam amigos dela de tal forma, que me agradeciam por ter apresentado a ela, alguns a faziam de confidente já no primeiro encontro, outros levavam dois ou três, mas não tinha quem resistia aquele charme de fazer uma pergunta alegre e sorrindo. Até mesmo sua ironia era puramente encantadora, de forma que não deixava de fora nem mesmo quem não entendia suas piadas internas, pelo contrário, ela agregava todo mundo e sabia o momento correto de fazer uma transição de assunto. Era a maestrina dos ganchos. Sabia com sua habilidade única ligar uma conversa envolvendo talibãs para o novo filme do Shrek. E falando em filmes, que boa companhia para a sala escura e cheirando a manteiga derretida que era o cinema. Sabia brincar de silêncio muito bem, mas era melhor ainda quando estava lá ligando comentários a pessoas do meio, que mesmo não nos conhecendo caía na gargalhada contida, com um leve medo de incomodar a tia gorda sentada na fileira de trás. Era graciosa quando o filme era drama, medrosa quando tinha filmes de zumbis, mesmo que fossem comédias, mas tinham zumbis oras. E sempre depois sabia ter o voto de Minerva para onde seriam os encontros. Gostava de boliche, mas não sabia dizer não pra um barzinho social ou um Pit dog que ficava em qualquer canto da cidade. Moderada em tudo o que fazia, só não moderava na arte de encantar, solucionar problemas, mesmo que ela não tivesse nada a ver com eles e de convencer as pessoas do seu ponto, não sendo xiita, mas sendo sorridente. 

E eu imaginava que sim, iríamos mudar não porque somos voláteis, e sim porque a vida continua e nos coloca pequenos desafios que são capazes de nos tornar guerreiros fortes o suficiente para poder fazer cada vitoriazinha se tornar um final de campeonato. Imaginava uma mesa gigante de shopping ou restaurante com umas 15 pessoas reunidas contando como foram as férias, algumas trocando experiências de maternidade e paternidade, um casal recém-casado e alguém em um notebook falando via Skype mesmo, porque estava estudando no exterior e você chegava por último, de uma forma assim como só você sabe, atraindo a atenção pra si com aquele sorrisão, agora sem aparelhos, e dizendo que tinha se esquecido da reunião, com aquele olhar de quem está fazendo uma piada e entregando que a culpa na verdade foi de sua baliza mal feita. Depois de um longo abraço em todos vai se preparar pra ouvir cada conversa nova que você havia perdido e como sacrifício por todos, coloca seu Smartphone em cima da mesa, pra mostrar total atenção pra todos que ali estão. Todos querem sua atenção, fazem perguntas e você aproveita o momento pra ficar roubando batatas fritas enquanto chama as pessoas por apelidos antigos. Ninguém se sente desamparado, você sabe gerenciar historias e sabe aconselhar de uma forma como quem parece estar brincando de falar sério. A noite se passa de forma super divertida e aos poucos as pessoas vão indo embora… Seu smartphone toca e você vê que sua hora chegou, atende, sorri e começa a se despedir de todos que ali estão e sem esquecer de agradecer a todos por terem ido, dizendo que se divertiu bastante e que tem que acontecer mais vezes. E la vejo você indo embora, quando chamo seu nome pra ultima foto da noite, você então vira e faz pose, segurando aquela bela barriga de uma grávida de 8 meses… Esperando uma Morena Linda que vai te matar de paixão…

O que esperava de 2013?

Dedos-cruzados

Sempre me pergunto durante a virada do ano,

O que mais me seria importante quando o próximo chegar,

Mas o mais interessante de todos as tentativas,

É que apesar de tudo não consigo acertar.

Teve ano que apostei que acharia o amor,

Poderia até ter achado caso nao tivesse sido dominado,

Por uma timidez que durou por muito tempo,

E que só terminou quando o momento certo era chegado.

Teve ano que apostei que seria um computador,

Mas foi uma promessa longíqua que nao se cumpria,

Mas isso nao me afastou dele, sempre estava lá,

Porém o ruim é que não o possuia.

Teve ano que apostei que entraria na faculdade,

Mas o vestibular havia me passado uma rasteira,

Mas tudo acontece, cedo ou tarde,

Entrei na faculdade sim, mas não de primeira.

Teve ano que apostei que estaria dirigindo,

Mas isso foi um caso a parte, uma particularidade,

Apesar de ter que fazer alguns retestes,

Só consegui essa façanha bem mais tarde.

Teve ano que apostei em casamento,

Outro plano que mais tarde se realizou,

Porque é uma via tribulosa, confusa,

Que só com o SIM se finalizou.

Ano passado apostei em um herdeiro,

 E não demorou dois meses a se confirmar,

Ja me deu um dos momentos mais felizes da vida,

E me mostrou que vale a pena apostar.

Everton Felipe

Ode a Ansiedade – Grávido de 8 meses

 

 

 

Por mais que pouco falta, pouco resta,

Não estás aqui a aproveitar desse mundo,

Não estás a provar os belos sabores dessa festa,

Nem mesmo conheces o doce sabor de um segundo.

 

Existes, mas por mais que não se mostras,

Sabe-se que ali está somente na espera,

Por mais que ache que o mundo lhe dará as costas,

Verás que todos os instantes fazem parte de algo que se supera.

 

Não sei como és, com quem se parece,

Mas sei que algo importante nos liga,

Sei que a maior das minhas preces,

Está perto do dia de se ausentar de uma barriga.

 

Por mais que alguns me digam que falta pouco,

Mais longe parece que será o dia,

E fico parecendo aquele louco,

Com um misto de ansiedade e alegria,

 

O mundo está pronto para voce,

Mas não estás pronto para o mundo ainda,

Sua chegada será esperada por muitos,

E será a data para mim, de todas a mais linda.

 

 

Um Carnaval Fora de Série – FINAL

O SEGUNDO DIA: Pro segundo dia a coisa era a AABB, e fomos mesmo… Chegando lá o tiozão da portaria disse que estava meio cheio, mas ia encher mais, porém lorota, só encheu de pirralhos…Piscina atrativa e o Heglert acabou com a seqüência de derrotas dele, jogando contra o David… Depois todo mundo caiu na piscina… Claro que o pessoal mais preocupado com o cabelo, mas é a vida… Porém, no final todo mundo molhou mesmo o cabelo… Enfim…  Depois chegou a Lanuce e ficamos lá conversando… E pra variar quem estava lá no clube??? O Tiozão Faustão… E com seu som claro… Mas enfim resolvemos ir embora <<>>… NA ida quem vemos na avenida? As meninas da pizzaria… Elas passaram, voltaram e pararam, querendo chamar a atenção, mas não conseguindo, então voltamos pra casa e nos preparamos pra ir pra igreja a noite. 

Everton]Agora escrevendo de Goiânia…Mas voltando aos fatos antes que eu os esqueço…Pois é…Chegando na casa da Sirlene aquele auê pra arrumar logo porque ainda queriam ensaiar antes de começar a apresentação na igreja, dito e feito, um arruma cabelo aqui, porque não queriam molhar no clube, mas todo mundo molhou, e como todo mundo molhou…Todo mundo tinha que arrumar (Todo Mundo = Heglert, David e Chico) e então é claro, como o esperado (ou não) o último, porem não menos atrasado da turma foi o…Senhor David…Mas entre nós, todo mundo(os de cima) colaboraram né…Enfim…Chegamos na igreja na expectativa de tocar, mesmo sem ensaiar, o Heglert tendo por causa que não sabia como iria no baixo e o David tenso o a Lixoteria(Lixo + Bateria) e enfim, Chicão decidiu não cantar e ficou lá no fundo da igreja…Surprise…Isso aê…Uma surpresa pra nós…Nem a guitarra nem mesmo o baixo estavam afinados e lá vamos nós tentar afinar…Depois de uma árdua seqüência de tentativas conseguimos??? Muito meia boca, e desistimos porque já estava na hora do culto…Nervosismo tinha claro…Afinal, nossa primeira apresentação dentro de um tempão e sem ensaio…A Eveli estava nervosa daquele estado, Sirlene nem aí, Eu também não, era pra ELE, saísse como saísse a intenção era boa…E enfim…Chegou a hora…A igreja das vezes que fui nunca deu nem metade do que deu nesse dia…Todas as cadeiras lotadas e ainda gente em pé, como o Chicão(ambíguo) e tocamos nossas músicas louvando, dentre elas “Leva-me Senhor” “Família” “Luz do Mundo” e outras como “Ele Vem” e a versão com direito a Papapapapapáááá de “Celebrai com Júbilo ao Senhor”…Assim tocamos, a baixo dando sinal de que não pegaria bem, a bateria andando e eu e a Sirlene segurando e a voz da Eveli ecoando pela igreja junto a minha e dos outros cantores. Enfim, acabou o culto a Lanuce foi cumprimentar-nos e contar os comentários…Aí então que tiramos as fotos básicas juntos, as melhores ficaram com a Lanuce, e depois saímos pro Churrasco na casa da Sirlene…Passado isso fomos comer muito carne assada toda a galera e chegou o tão aguardado momento…Precisávamos de refrigerante, sim então fomos todos comprar, todos mesmo, daí inclusive o emergente casal Heglert e Lanuce…Enfim…Ele sentia que a hora estava chegando e claro, tínhamos que organizar a bagaça, porque estávamos todos inclusive o agente da PF(Polícia Fofoqueira) João Neto…Então, a Eveli mexeu os pauzinhos junto comigo, o Chico e o David mexeram os deles com o João Neto e enfim ele conseguiu o primeiro beijo com a Lanuce, e depois quando ia continuando eis que o agente da PF João Neto viu, e se o João viu, Paraúna assistiu…Inclusive a mãe ciumenta da menina…Sim sim sim… O João depois contou pra mãe ciumenta da Lanuce e a coisa não ficou tão feia a curto prazo, a curto só…Porém aproveitamos o churrasco depois e fomos dormir porque a segunda nos esperava…

O TERCEIRO DIA: O terceiro dia começa à tarde praticamente…O David e o Chicão reclamando que a Eveli estava amarrando as amigas e que achavam que iam terminar a viagem sem “conhecer” ninguém…A Eveli então decide ir à busca de presas pros meninos e quando sai qual a surpresa, ela já acha seis meninas em grupos e assim as meninas marcam pra conversar na praça, e entre as meninas estavam a conhecida da Eveli (Filha do Vice-Prefeito) e elas…Sim elas…As meninas da pizzaria…Enfim, os meninos foram pra praça conhecê-las, sim…Heglert, David e Francisco…E lá ficaram conversando um tempão, e depois na volta disseram que elas tinham marcado de ir na pizzaria à noite (era a única coisa que tinha pra fazer) e foram…Eu queria sair com a Eveli, mas ela não podia, então…Fui com eles…Pensei que logo ia ficar de vela…Era óbvio né…E fiquei, mas chego lá…Chegando lá na pizzaria elas estão lá conversando e as meninas eram Tatiele, Carol e Marianne(Se não me engano) e enfim…Conversamos muito…O Heglert fez o truque de distrair e trocar os copos, a meninas disseram que riram bastante do dia da Pizzaria e fomos todos pra pista de dança, que não dava pra dançar nada porque só tinha criança lá…O David, foi o primeiro a conseguir ficar com a menina dele, depois disso vi que era minha deixa, que era questão de tempo pros outros dois e fui embora, depois me contaram que o Heglert conseguiu convencer a Tati e o Francisco, depois de uma árdua e insistente luta, conseguiu ficar com a Carol…Eles chegaram todos felizes…O Charme Convencido é demais…E eu sou aquele que conquista a mesma mulher todos os dias então nem caí na farra deles não…Os planos pro dia seguinte, que seria o último, era acordar cedo e tirar foto no nascer-do-sol no Cristo de Paraúna…E foi o que tentamos fazer, mas por motivos de cansaço extremo não conseguimos…Não mesmo…Mas…Que venha o último dia…

O ÚLTIMO DIA(toda terça-feira e anexo a madrugada de quarta): O último dia prometia, porque a Sirlene disse que a noite seria boa e então Os Convencidos resolveram mexer os traseiros da cama e fomos subir o Cristo pra tirar foto e fazer algo heróico pro nosso grupo: Entalhar nosso nome na Pedra…Antes de subir claro, tirar fotos embaixo e enfim subimos…Fazendo muita graça, encontramos até Tucanos(David) e fomos pras pedras…Pra nossa surpresa quem vemos lá embaixo??? As meninas com suas amigas que acenaram pra gente e acenamos de volta e começamos a sessão fotos Convencidas…Daí entalhamos o nome onde deu pra entalhar, que por sinal ficou muito bom, valeu Davizete, e fomos tirar mais fotos ainda…Inclusive tentando subir no Cristo que foi maior comédia…Pra finalizar na descida com um martelo na mão e com um prego, começaram a dançar PODE MACETAR, vídeo que já está cotado como o mais visto do ano (MIGUEL) e enfim fomos pra casa…Pela tarde tocamos violão e os meninos saíram pra sorveteria com as meninas e suas amigas, porém graças à uma X-9 não identificada, Lanuce ficou sabendo que o Heglert tinha ficado com mais alguém após ela e foi ter uma papo particular com a Eveli…Eu tive que sair de perto né…É a vida…Mas a noite prometia a galera saindo pro Espetinho, porém graças a chuva, nada de espetinho…Fomos pra pizzaria…Os meninos receberam a mensagem de que as meninas queriam vê-los antes de irem embora  e depois foram(David e Chico), Heglert, eu, Lanuce, Sirlene, João e Eveli ficamos na pizzaria junto com a MÃE CIUMENTA DA LANUCE, que policiava pro Heglert não tentar nada contra a filha dela, depois eu comecei a conversar muito com ela, e ela virou nossa queria Tia Sonia, e conversamos bastante…Destaque pra briga David X Ridamar, sobre mulher ao volante, com a Eveli pondo fogo e o Heglert reiterando e apoiando o David…Mas no final teve direito até a um dedo do meio…Por fim fomos embora todo mundo…A Sirlene foi pra casa, mas nós queríamos mesmo é virar a madrugada, já que nosso ônibus saia às 07:20, com esses planos fomos pra rodoviária conversar…Lá o David não agüentou e cochilou…Dai fazendo graça eu disse: Vamos dar uma volta enquanto o David está aí?? E os meninos aceitaram e fomos…Demos uma volta no quarteirão enorme e na volta olho pra um portão semi-aberto e o que vejo??? Um cachorro que cada vez mais tava acelerando pro nosso lado…Saímos correndo e voltamos pra Rodoviária…Enfim, o David ainda estava dormindo e nós rimos até…Então tiramos a foto dele dormindo…E depois do Heglert que também não resistiu,  todos capengando de sono…Por fim resolvi fingir que estava dormindo também e fui tirar a foto…Tirei a foto e o Chicão também queria uma…Como tava todo mundo dormindo, fomos pra casa da Sirlene mesmo e lá ficamos até a grande hora, que foi o momento que quase perdemos o busão porque o celular do Chico não despertou, mas na correria conseguimos correr e garantir nossa viagem de volta…Se nossa vida tivesse trilha sonora, a desse momento seria: “Eu tive que ir embora, mesmo querendo ficaaaaaaaaaaaaaaaaar…” do Cidade Negra…Mas assim finalizou uma grande aventura Convencida na Paraúna da Luuuuuuuuuz…

 

Um Carnaval Fora de Série – Parte 2

guardanapoO PRIMEIRO DIA OFICIAL: Foi um dia que se fôssemos resumir em uma palavrinha seria violão, porque nós tocamos violão pelo dia inteiro, seja tanto na área, quanto na porta da padaria, seja onde fôssemos, e ainda David conheceu a Convencida Eveli… Dessa forma cantamos muito e também foram cantados, meninas passando na porta e assoviando e coisas assim… Resolvemos fazer alguma coisa e o que veio na cabeça foi mesmo ir dar uma volta e talvez, muito provável, ir jogar sinuca… Dito e feito, primeiro bar com mesa chegamos e começamos a jogar…Eu super inexperiente só encaçapei uma bolinha, o resto estavam num duelo…O Heglert perdeu todas, o David ganhou todas…O Chicão saiu feliz e eu também… E quem tava lá??? O Faustão careca,e  claro com aquele seu carro e seu som chato anos 70…Bebemos nossa Coca e fomos de volta pra casa, antes uma gata passou na frente do bar e vimos que entrou em uma casa lá perto, passamos na porta umas tres vezes… Então estávamos a planejar o que fazer a noite, e a chave disso tudo foi a Lanuce, ela que conhecia as amigas certas para os meninos… Daí ela disse que era só chamar e marcar… Então todos empolgaram…E enfim, começaram os preparativos pra grande noite… Eu estava mais tranqüilo que eles, claro, mas eles estavam empolgados mesmo, porém um tempinho antes de tudo começar eis que surge um programinha pra fazer: Ir buscar a bateria. Mas quem foi foram o Heglert, Chico e David [David Escrevendo], Pois é…estávamos indo feliz buscar, quando cheguei lá na igreja pra pegar vi e pensei…” gente que bateria é essa ? não acredito que é essa bateria…Gente a bateria era um lixo ! Mas eu toco pra Deus, então não podemos reclamar, mas…ai que se engana, tivemos que voltar a pé da igreja até a casa da Sirlene, era perto, mais ou menos uns 7 kilometros, coisa que se fazia em 40 minutos, fizemos em 25, pois tínhamos um encontro marcado e confirmaríamos até as 22:00 hs, contudo chegamos em casa 22:15 hs, todas as meninas já tinham saído e ficamos com uma mão atrás e outra na frente…[Everton Escrevendo] Então o que fazer… Tinham deixado pra última hora então tínhamos duas opções: Espetinho, que conforme o tempo passava era menos possível, e Pizzaria, que acabou sendo o canal. Chegamos lá, mais de meia noite e enfim, começamos a pedir as coisas e olhando algumas “cocotinhas “ e conversando muito,

Porém agitada mesmo estava a boate, com dois meninos que estavam brincando de carrinho…Depois vem a agitação…Antes de ir embora, viram umas meninas em uma mesa então veio a idéia: Mandar bilhetinho…E o fizeram…Chamaram o garçom, muito gente boa, e depois escrevemos um bilhetinho pras meninas e pedimos pra ele entregar, enfim, elas receberam e começaram as risadinhas…Porém, a resposta foi que elas estavam indo o embora…O David grilou e falou também que não queria mais nada, porém elas não foram embora coisa nenhuma, demoraram e muito, fomos embora depois, depois que na mesa o Heglert derramou o copo no colo, o David ficou filando os caldos, depois de muito comentar e muito rir…E lembrar do Tutam…Então resolvemos ir embora, como sempre aquela brincadeira pra pagar a conta e enfim, fomos… Pra coisa ficar boa saímos da pizzaria e fomos rumo a casa da Sirlene, porém brincando muito, rindo alto e ainda por cima fazendo doidices como brincar de cavalinho sem camiseta…Estávamos falando tão alto que resolvemos ir pra Rodoviária conversar…E quando vamos pra lá quem vimos??? Sim, as meninas da pizzaria…Porém elas ficaram lá mais com medo ou sei lá o que, e só porque eu lembrei agora, o Faustão Careca tava lá Eating Like a Pig… Então as meninas ficaram lá olhando a gente de longe e a gente brincando muito com elas, mas enfim foram embora e resolveram subir no Cristo… E ao passar na porta da Prefeitura, logo após de impedir o David de mexer com duas meninas de moto, mas mexeu, vimos um cara com a roupa de vaqueiro toda branca (isso às 01:30) andando devagar indo e voltando… Daí virou o assunto, o Tiozão Fantasmão… Os meninos ficaram falando até, mas depois íamos subir no Cristo, mas mudamos de idéia… Resolvemos ir pra praça, e no caminho achamos um cachorro que tava zangado até com um gato lá na frente… O Heglert tratou de correr o mais pra cima possível, o David subiu em um quadro telefônico, e ficou lá em cima, o Heglert vendo subiu também e o David montou no poste… Depois desceu e foi logo pegando um tijolo… Os meninos estavam tão agitados que somente uma coisa os parou, além da incontinência do Heglert, que foi quando viram que uma viatura do GPT estava passando na avenida…Eles trataram logo de vestir camisetas e apertaram o passo…E põe apertaram nisso…Depois chegamos tentando ser discretos, mas quem disse que conseguimos??? Mas tentamos… Enfim fomos dormir a toda…

To be continued…